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quinta-feira, 7 de abril de 2011

FOTOS DE TOKIO-JAPÃO


Tóquio (em japonês: 東京, transl. Tōkyō, literalmente "capital do leste"),[1] oficialmente Metrópole de Tóquio (em japonês: 東京都 Tōkyō-to?),[2] é a capital e uma das 47 províncias do Japão.[3] Situa-se em Honshu, a maior ilha do arquipélago. Tóquio possui 12 790 000 habitantes,[4] cerca de 10% da população do país,[4] e a Região Metropolitana de Tóquio possui mais de 37 milhões de habitantes,[4] o que torna a aglomeração de Tóquio, independentemente de como se define, como a área urbana mais populosa do mundo.[5] Tóquio é famosa pela Torre de Tóquio. Foi fundada em 1457, com o nome de Edo ou Yedo. Tornou-se a capital do Império em 1868 com a actual designação.[6] Sofreu grande destruição duas vezes; uma em 1923, quando foi atingida por um terremoto;[7] e outra em 1944 e 1945, quando bombardeios americanos destruíram grande parte da cidade, sendo que no total foi destruída 51% de sua área[8] e mataram mais de 150 mil pessoas.
Embora Tóquio seja considerada uma das cidades mais importantes, movimentadas e densamente habitadas do mundo, ela não é, tecnicamente, uma cidade. Não há no Japão uma cidade chamada "Tóquio". Na verdade, Tóquio é designada como uma metrópole (em japonês: 都 to?),[9] similar a uma prefeitura do Japão (em japonês: 県 ken?), e é constituída de 23 bairros (em japonês: 区 ku?), 26 cidades primárias (em japonês: 市 shi?), cinco cidades secundárias (em japonês: 町 cho ou machi?) e oito vilas diferentes (em japonês: 村 son ou mura?).[10] Cada uma delas possui um governo que opera no nível regional. Também fazem parte de Tóquio pequenas ilhas no Oceano Pacífico, localizadas a mais de mil quilômetros sul, nos subtrópicos. Tóquio é uma das 47 províncias do Japão.[10]
Mais de oito milhões de pessoas vivem dentro dos 23 distritos autônomos que constituem a parte central de Tóquio. Estes 23 distritos definem a "Cidade de Tóquio", na opinião da maioria dos especialistas e outras pessoas, possuindo 8 340 000 habitantes. A população de Tóquio aumenta em 2,5 milhões ao longo do dia, devido aos estudantes e trabalhadores de prefeituras vizinhas, que vão à Tóquio para estudar e trabalhar. A população total dos bairros de Chiyoda, Chuo e Minato, que compõem a região central de Tóquio, e onde está localizado o principal centro financeiro do país, é de menos de 300 mil habitantes; porém, mais de dois milhões de pessoas trabalham na região.[4]
Tóquio é o principal centro político, financeiro, comercial, educacional e cultural do Japão. Assim sendo, Tóquio possui a maior concentração de sedes de empresas comerciais, instituições de ensino superior, teatros e outros estabelecimentos comerciais e culturais do país. Tóquio também possui um sistema de transporte público altamente desenvolvido, com numerosas linhas de trens, metrô e de ônibus, bem como o Aeroporto Internacional de Tóquio.

FOTOS DE KIOTO-JAPÃO-Kiyomizu-dera


Kiyomizu-dera---O Kiyomizu-dera é um templo (ou pagode) construído na encosta das montanhas, no distrito de Higashiyama, a leste de Kyoto, no Japão, ano de 780 d.C. Está associado à seita Hosso uma das seitas mais antigas do Budismo Japonês.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Número de mortos em terremoto no Japão passa de 8 mil


O número oficial de mortos pelo terremoto seguido de tsunami no Japão chega a 8.133, disse a polícia. Os desaparecidos somam 12.272. Segundo a agência japonesa Kyodo, a polícia disse temer que apenas em um distrito, Miyagi, há mais de 15 mil mortos.Segue no Japão o medo das possíveis consequências dos danos que o terremoto causou na usina nuclear de Fukushima, no norte do país. O governo tenta acalmar os japoneses quanto às chuvas previstas para este domingo (20) – muitos deles temem que elas sejam radioativas.

“Um certo número de pessoas na capital e no norte do Japão perguntaram às autoridades se as chuvas previstas para o fim do dia em Tóquio poderiam estar contaminadas”, disse o chefe adjunto do gabinete do primeiro-ministro, Tetsuro Fukuyama, ao canal público NHK. “Os níveis atuais não indicam nenhum risco para a saúde", afirmou.

Autoridades japonesas informaram que foram detectados níveis de radiação em espinafre e leite de fazendas próximas ao complexo nuclear de Fukushima, e pequenas quantidades de iodo radioativo em água encanada de Tóquio e outros locais.

Um oficial de Taiwan disse que foram encontradas pequenas amostras de radiação em ervilhas importadas do Japão. A quantidade de elementos tóxicos é pequena demais para causar danos à saúde humana. Este é o primeiro caso de produtos importados do Japão que apresentam sinais de contaminação.
Réplicas
Mais de 600 réplicas sacudiram o Japão depois do terremoto de 9 graus na escala Richter do dia 11 de março. Até a primeira hora da tarde deste domingo (horário local) aconteceram uma dezena de réplicas, pelo menos dois nas províncias de Fukushima e Iwate (nordeste do Japão) de mais de 5 graus de magnitude, informou a Agência Meteorológica japonesa.

A maioria das réplicas tem seu epicentro localizado nas províncias mais devastadas pelo terremoto e muitas são sentidas com clareza em Tóquio. Isso ocorreu com um tremor de 5,7 graus na província de Fukushima e com outro, de 6,1 graus, localizado na vizinha Ibaraki deste sábado.

As réplicas não provocaram danos graves até agora, apesar de terem causado um grande nervosismo entre uma população comovida pelo forte terremoto, o devastador tsunami que o seguiu e a crise nuclear suscitada na central de Fukushima.

Terremoto alargou placa continental submarina do Japão em 24 metros


Terremoto alargou placa continental submarina do Japão em 24 metros---Aumento ocorreu no local do epicentro do terremoto.
Deslocamento aconteceu 130 km mar adentro.A placa continental epicentro do potente terremoto de 11 de março frente ao litoral oriental do Japão sofreu um alargamento de 24 metros, anunciaram nesta quarta-feira (6) os guarda-costeiros japoneses.
Sondas especiais demonstraram que uma parte do subsolo do Oceano Pacífico se alargou numa distância de 24 metros em direção leste-sudeste devido à força do terremoto, que desencadeou um enorme tsunami ao longo do litoral japonês.
Este deslocamento, que aconteceu 130 km mar adentro, foi mais de quatro vezes mais importante que o constatado em terra, na península de Oshika (província de Miyagi), onde o solo se moveu 5,3 metros.
Segundo o Instituto Americano de Geologia USGS, Honshu, a ilha principal do Japão, se deslocou 2,4 metros depois do terremoto de magnitude 9, o mais importante registrado no arquipélago japonês.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

A HISTÓRIA DO JAPÃO-Período Kofun




Período Kofun----O período Kofun (em japonês: 古墳時代 Kofun-jidai?) é uma era na história do Japão que se estende de 250 a 538 d.C. O termo japonês kofun refere-se aos túmulos funerários que se datam a partir desta era. O período Kofun segue ao período Yayoi. O período Kofun e o período Asuka são chamados coletivamente de período Yamato. Túmulos Kofun----O período Kofun deve o seu nome kofun (em japonês: 古墳? literalmente, “túmulo antigo”) devido aos ricos rituais funerários e sepulcros característicos que tinham grandes câmaras funerárias de pedra.


Kofun
No final deste período as selectas câmaras funerárias, utilizadas apenas pela elite no poder, também foram construídas para pessoas comuns.
Os Kofun tinham diversas formas, sendo as mais simples as redondas e as quadradas, sendo um estilo muito distinto o zempō kōen kofun, que era quadrado à frente e redondo atrás. Muitos kofun localizam-se em elevações naturais, que podem apenas ter sido trabalhadas para adquirirem a sua forma final.
O tamanho dos kofun varia desde alguns metros até cerca de 400 metros de comprimento, pensa-se que os maiores serão os túmulos dos imperadores, como Ojin e Nintoku. Os kofun também são classificados consoante o tipo de entrada na câmara funerária, tate-ana (se esta é vertical) ou yoko-ana (horizontal). Sociedade Kofun----- Durante o período Kofun, desenvolveu-se uma sociedade altamente aristocrática com governantes militares. A cavalaria usava armadura e transportava espadas e outras armas, à semelhante do que se passava no nordeste asiático também tinham métodos militares avançados. Estes avanços confirmam-se com a observação das figuras funerárias (haniwa, que literalmente significa anéis de barro), encontradas em milhares de kofun por tudo o Japão. Os haniwa mais importantes foram encontrados no Sul de Honshu (especialmente na região de Kinai próximo de Nara) e também no Norte de Kyushu. As ofertas fúnebres haniwa, podiam ser de várias formas, cavalos, galinhas, pássaros, peixes, casas, armas, escudos, guarda-sóis, almofadas e formas humanas, masculinas e femininas. Outra peça fúnebre, o magatama, tornou-se um dos símbolos do poder da casa imperial.
Muitos dos vestígios materiais do período Kofun mal se conseguem distinguir dos contemporâneos da península coreana, demonstrando que nesta época o Japão mantinha relações políticas e económicas próximas com a Ásia Continental, através da Coreia. De facto, encontraram-se espelhos de bronze feitos do mesmo molde de ambos os lados dos estreitos. O período Kofun foi uma etapa crítica no rumo do Japão no sentido de o tornar um estado mais coeso e reconhecido. Esta sociedade teve o seu maior desenvolvimento na região de Kinai e na parte Este do mar interior de Seto (mar que separa Honshu, Shikoku, e Kyushu). Os governantes japoneses desta época chegaram a enviar pedidos formais à corte chinesa para que confirmassem os seus títulos reais.A organização típica do período Yamato, que emergiu nos finais do século V, distinguia-se pela existência de grandes e poderosos clãs, cada um deles liderado por um patriarca que realizava rituais sagrados ao kami (deus) do clã, para assegurar o bem-estar do clã a longo prazo. Os membros dos clãs formavam a aristocracia, e a linha real que controlava a corte Yamato era o topo desta aristocracia. O período Kofun é por vezes chamado período Yamato por alguns académicos ocidentais, uma vez que o domínio local existente levou à formação da dinastia imperial no fim do período Kofun. Os arqueólogos japoneses, pelo contrário, dão ênfase ao facto de na primeira metade do período outros chefes regionais, como em Kibi próximo da actual Okayama, estarem em disputa cerrada pela coroa Introdução do Budismo-----No final do período Kofun verificaram-se mais trocas entre o Japão e a Ásia continental. O budismo foi introduzido vindo da Coreia, provavelmente por volta do ano 538, expondo o Japão a uma nova doutrina religiosa. Os Soga, uma família que frequentava a corte e que aumentou a sua importância em função da subida ao poder do imperador Kinmei, em 531, favoreceu a adopção do budismo e de modelos governamentais e culturais baseados no confucianismo chinês. Mas algumas famílias resistiram à adopção desta influência forasteira, como os Nakatomi (posteriormente conhecidos como Fujiwara), que eram os responsáveis pela execução dos rituais shinto na corte, e os Mononobe, um clã militar. Os Soga introduziram as políticas do modelo fiscal chinês, e criaram o primeiro tesouro nacional. A animosidade continuou entre os Soga e os clãs Nakatomi e Mononobe durante mais de um século, durante o qual os Soga tiveram algum ascendente.
Considera-se que o período Kofun acabou em 538, quando o uso dos elaborados kofun pelos Yamato e outras elites se perdeu, devido às novas crenças budistas, que punham maior ênfase no carácter efémero da vida humana. O uso de kofun manteve-se contudo até ao final do século VII, por pessoas comuns e elites de regiões distantes, e túmulos simples mas selectos continuaram a ser usados durante o período seguinte.

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